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A Dança Entre Mídia e Consumidor: Quem Manda Nessa Relação?
Imagine um mundo onde cada anúncio que você vê não é apenas uma interrupção, mas uma extensão da sua própria história. Onde a mídia não faz barulho para vender, mas conversa para conectar. Essa é a realidade que vivemos hoje, mas ela não surgiu do nada. Ao longo dos anos, a mídia e o consumidor estabeleceram uma relação simbiótica, uma dança constante onde cada uma desses players molda o próximo movimento do outro. A mídia influencia como consumimos conteúdo, e nossos comport
Karina Wenda Landini
28 de jan.3 min de leitura


Atenção Compartilhada vs. Isolada: Construindo Presença em Mídia Coletiva e Feeds Digitais
Imagine uma marca que quer ser lembrada não só como uma opção, mas como uma companhia no dia a dia das pessoas. Em um mundo onde a atenção é o bem mais escasso, essa presença não se compra com pontos de mídia, ela se constrói com inteligência, ritmo e respeito ao contexto humano. A mídia urbana, com sua atenção compartilhada, convida o público a participar de um momento coletivo, enquanto os feeds digitais, com sua atenção isolada, buscam ser a escolha pessoal e íntima. Mas o
Karina Wenda Landini
23 de jan.4 min de leitura


A marca no reality: co-autora ou intrusa?
O BBB 26 começou e, com ele, volta um fenômeno que o mercado já conhece bem - mas que ainda é subestimado na forma como é planejado: reality show não é só conteúdo, é infraestrutura de atenção em tempo real. E, quando atenção vira infraestrutura, marca não compra apenas mídia. Ela compra presença cultural, com tudo que isso envolve: conversa, disputa de narrativa, performance, e também risco. Quando o ecossistema digital do BBB entra no centro das atenções com seus cortes, ba
Karina Wenda Landini
16 de jan.3 min de leitura


Dados em mídia: o que a gente media em 1990 e o que aprendemos (com esforço) a enxergar em 2026
Em mídia, a relação com dados sempre foi uma tentativa de traduzir presença em evidência. Em 1990, essa tradução era mais lenta, mais indireta e, muitas vezes, mais “probabilística” do que a gente gostava de admitir. Em 2026, ela é mais rápida, mais instrumentada e mais sofisticada - mas também mais frágil em confiança, mais complexa em governança e, em certos pontos, menos comparável do que o mercado precisa para tomar decisões com serenidade. O contraste real não é “antes n
Karina Wenda Landini
13 de jan.5 min de leitura


Anos 90 em 2026? Sim, e voltou com tudo.
O retorno nostálgico que está redesenhando o planejamento de mídia. Se você passou alguns minutos nos feeds nos últimos meses, provavelmente teve a sensação de estar vivendo um déjà-vu. Um comercial que parece ter saído direto de 1996. Um visual com cara de VHS. Uma música que você jurava ter esquecido, mas que voltou a grudar na cabeça com força total. Não é coincidência. Nem moda passageira. O planejamento de mídia em 2026 está, declaradamente, olhando para trás para avança
Karina Wenda Landini
5 de jan.3 min de leitura


De audiência como alvo à audiência como relação: quando a mídia parou de falar sozinha
Houve um tempo em que planejar mídia era, basicamente, um exercício de alcance. Quanto mais gente impactada, melhor. Nos anos 90, a audiência estava ali, concentrada, previsível, reunida em poucos meios. A comunicação interrompia o conteúdo, ocupava espaços bem definidos e cumpria seu papel. Funcionava. E funcionava bem. Afinal, o contexto ajudava. A audiência assistia TV em horários marcados, folheava revistas, ouvia rádio no carro. A interrupção era quase um acordo tácito.
Karina Wenda Landini
22 de dez. de 20253 min de leitura

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