Você acha que controla o que consome? A mídia mudou. E sua estratégia precisa mudar junto.
- Karina Wenda Landini
- 4 de dez. de 2025
- 2 min de leitura

Em 30 anos, a mídia saiu do papel e veio morar no seu bolso. E isso mudou completamente como as marcas precisam planejar, aparecer e se conectar. Se antes o consumidor ia até a comunicação, hoje a comunicação vai até ele - e antes mesmo de ele pedir.
Para quem trabalha com mídia, planejamento, OOH, DOOH, digital e estratégias omnichannel, entender essa evolução é essencial. A seguir, uma linha do tempo sobre como a mídia mudou e por que o seu planejamento precisa mudar junto.
Anos 90: Quando a mídia ficava parada… e você ia até ela.
Era a era da mídia tradicional pura: revista impressa, outdoor, MTV, spots de rádio, jornal.
A atenção era concentrada, previsível e geograficamente localizada. A audiência saía de casa para encontrar a comunicação e a marca esperava por ela nos meios disponíveis.
Para o planejador de mídia, era um jogo de alcance e frequência. Simples, direto, linear.
Anos 2000: O computador virou o novo ponto de encontro.
A chegada da Internet mudou tudo. Portais gigantes (UOL, IG, Terra), blogs, fóruns, primeiros banners e o Orkut criaram o primeiro grande deslocamento comportamental.
A mídia saiu da rua e passou a viver na tela também. O consumidor se conectava ao conteúdo quando estivesse no computador - e esse movimento já desmontava a previsibilidade dos anos 90.
Aqui nasce o digital como um segundo universo de mídia, mas ainda centralizado.
Anos 2010: A mídia aterrissou na sua mão… e nunca mais saiu.
O smartphone criou a era do always on. A mídia deixou de ser um destino e virou um companheiro constante. Instagram, Facebook, WhatsApp, apps, notificações: o celular virou o novo outdoor, só que infinitamente mais segmentável, responsivo e contextual.
O conteúdo passou a viajar com o consumidor. E a lógica de planejamento virou outra.
Mídia mobile, segmentação avançada, personalização e primeiras estratégias omnichannel entram em cena.
Anos 2020: A era em que todo mundo virou mídia.
A fragmentação chegou ao limite. E com ela, a oportunidade.
Influenciadores, creators, programática, dados em tempo real, DOOH responsivo ao contexto, algoritmos que antecipam intenção.A criação descentralizou.A distribuição pulverizou.A atenção se tornou o ativo mais valioso.
A mídia não te espera mais. Ela encontra você.
É a era da inteligência de mídia: dados, contexto, jornada e micro-momentos guiam tudo.
O que isso significa para marcas e para quem planeja mídia?
A pergunta mudou. Não é mais, “Qual é o meio ideal?”. Ela mudou para “Como a sua marca participa da vida real do cliente em múltiplos pontos de contato?”
A Landini Mídia trabalha exatamente nessa fricção: entre comportamento e contexto, entre estratégia e presença, entre dados e criatividade.
Mídia não é mais um canal: é experiência, relevância e oportunidade.
A mídia evoluiu. As marcas precisam evoluir junto.
Trinta anos foram suficientes para transformar completamente o que significa planejar mídia. Hoje, o desafio não é aparecer. É aparecer onde importa: no caminho, na tela, na rotina e no momento exato em que o seu consumidor está mais receptivo.
A Landini Mídia acompanha cada capítulo dessa evolução para desenhar estratégias inteligentes que realmente movem marcas.



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